sábado, 11 de abril de 2009

RECÔNDITA ALEGRIA






RECÔNDITA ALEGRIA


Alegria recôndita, que guardo eu abstrata
No fundo do abismo, onde em promíscuo convívio
Amalgama a glórias vergonha sem alívio,
Que nesta soma de meu ser tudo refrata,

Seja tão intensa e vívida quanto oculta,
Torne-se concreta emoção compartilhada,
Depois de explícita, redimindo o nada
Em cada palpitar de salvação que exulta.

Gáudio claudicante que sobretudo incita,
Vem anular-me o peso do opróbrio aoristo,
Superando esta execração em que subsisto.

Letícia humana que este poeta recita,
Já libertou de toda incúria tal vilania,
Exposta ao mundo na forma desta poesia.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Com os amigos vou farrear
Mas a saudade começa a apertar
E em você comecei a pensar
Lágrimas em meu rosto a rolar
Pessoas começaram a perguntar
Não sabia o que falar
Só sabia chorar...
Em você meu coração fez lembrar
Lindas historias que tenho a contar
Sobre você que é meu mar
Vou sempre te proclamar
Com você irei sonhar
E você,
Sempre irei amar.
Ass..Antônia Ursulina Veras...